
O Banco do Brasil (BB) registrou em 2009 um o lucro contábil de R$ 10,148 bilhões, alta de 15,3% na comparação com igual período do ano anterior.
Ao desconsiderar os itens não recorrentes, que somaram em 2009 R$ 3,3 bilhões, o lucro líquido recorrente somou R$ 6,833 bilhões, um crescimento de 2,2%.
No último trimestre, o lucro líquido do BB saltou 41,1% e ficou em R$ 4,15 bilhões. Confira abaixo os dez maiores lucros da história dos bancos brasileiros segundo levantamento da Economatica.
Banco Lucro líquido - Ano ajustado pelo IGPDi
1 - Banco do Brasil R$ 10,15 bilhões 2009
2 - Itaú Unibanco R$ 10,06 bilhões 2009
3 - Itaú R$ 9,11 bilhões 2007
4 - Banco do Brasil R$ 8,67 bilhões 2008
5 - Bradesco R$ 8,61 bilhões 2007
6 - Bradesco R$ 8,01 bilhões 2009
7 - Itaú R$ 7,69 bilhões 2008
8 - Bradesco R$ 7,51 bilhões 2008
9 - Banco do Brasil R$ 7,01 bilhões 2006
10- Bradesco R$ 6,64 bilhões 2005
O retorno sobre o patrimônio líquido médio em 2009 ficou em 30,7%, abaixo dos 32,5% registrados em 2008.
O total de ativos do BB chegou ao final de dezembro em R$ 708,549 bilhões, um crescimento de 36%. Esse volume de ativos confirma o banco federal como a maior instituição financeira do País.
A carteira de crédito do banco federal ao final de dezembro era de R$ 300,829 bilhões, valor que indica um crescimento de 33,8% sobre o volume de empréstimos de dezembro de 2008.
No quarto trimestre de 2009 um lucro líquido recorrente de R$ 1,819 bilhão, valor que indica um crescimento de 11,9% na comparação com igual período de 2008. Contribuíram para esse resultado, principalmente, o maior volume de operações de crédito e as receitas com prestação de serviços.
Já o lucro líquido contábil, que inclui efeitos extraordinários, foi de R$ 4,155 bilhões, crescimento de 41,1% em relação ao quarto trimestre do ano anterior.
Considerando o lucro recorrente, o retorno sobre o patrimônio líquido médio ficou em 22,5% no quarto trimestre, ante 24,5% em igual período de 2008. Já o retorno sobre o PL médio levando em conta o lucro contábil ficou em 56,8% entre outubro e dezembro do ano passado, ante 47,4% de igual período de 2008.
Fonte: Estadão